O que não entra na atenção também pode limitar o futuro que conseguimos imaginar
O que não entra na atenção também pode limitar o futuro que conseguimos imaginar
No jornalismo existe uma intuição antiga: uma grande história precisa de espaço para respirar.
A ideia de que uma redação evita desperdiçar dois grandes “furos” no mesmo ciclo não é uma lei científica. É uma heurística editorial construída a partir de algo bastante humano:
nossa atenção não consegue transformar tudo em acontecimento principal ao mesmo tempo.
O ambiente digital produziu, entretanto, uma situação quase inversa.
E se a estratégia não for fazer uma grande informação permanecer?
E se for impedir que qualquer outra informação permaneça tempo suficiente?
Uma acusação aparece.
Antes de ser verificada, surge outra.
Um acontecimento começa a ser explicado enquanto ainda acontece.
Algo que acontecerá amanhã já recebe hoje uma narrativa sobre suas causas, culpados e consequências.
Uma correção chega quando a atenção já foi deslocada para três novos assuntos.
Talvez, então, a pergunta democrática não seja apenas:
“Em qual informação acreditamos?”
Precisamos perguntar também:
“Quais representações permaneceram suficientemente disponíveis para participar daquilo que conseguimos sentir, perceber, Planejar e Escolher?”
É aqui que a pesquisa sobre atenção encontra nossa hipótese de Consciência 5D e, posteriormente, o Religare.
A mesma história não encontra o mesmo estado atencional
A referência científica principal desta reflexão é o excelente trabalho de Monica A. Boudewyn, Molly A. Erickson, Kurt Winsler, Deanna M. Barch, Michael J. Frank, James M. Gold, Steven J. Luck, Angus W. MacDonald III, John D. Ragland, Steven M. Silverstein, Andrew Yonelinas e Cameron S. Carter.
Em Distinct Attentional Control Profiles during Language Comprehension in Major Mental Health Disorders, publicado em 2026, os pesquisadores combinaram medidas comportamentais e EEG durante a compreensão de histórias faladas.
Os participantes eram periodicamente interrompidos e precisavam indicar se estavam plenamente atentos à narrativa, com atenção parcialmente dividida ou completamente fora da tarefa.
Essas categorias subjetivas não foram apenas descrições verbais diferentes.
O EEG apresentou assinaturas neurofisiológicas distinguíveis, inclusive modulações da potência alfa periódica conforme o estado atencional. (PubMed)
A iniciativa dos autores merece destaque justamente porque abandona uma simplificação comum:
receber uma informação não significa processá-la da mesma maneira.
Duas pessoas podem ouvir exatamente a mesma história.
E até uma mesma pessoa, em momentos diferentes, pode encontrar essa história a partir de estados atencionais diferentes.
Para nossa reflexão, isso é fundamental.
Mas a Consciência 5D propõe ir um pouco além.
O corpo sentiu antes de existir “eu estou sentindo dor”
Voltemos à dor.
Podemos dizer:
“Eu percebi que estou com dor.”
Na linguagem cotidiana parece que primeiro existe um “eu” e depois esse eu descobre uma dor localizada em seu corpo.
Na hipótese da Consciência 5D da BrainLatam, tentamos inverter essa perspectiva.
O corpo que doía já estava acontecendo antes da experiência:
“eu estou com dor.”
Havia atividade elétrica.
Metabolismo.
Gradientes iônicos.
Fluxo sanguíneo.
Tensão.
Sinais interoceptivos.
Movimentos.
Mudanças autonômicas.
Memórias e expectativas relacionadas àquela condição.
E, em determinado momento, uma parte desse movimento passa a ser percebida como:
“eu que estou com dor.”
Por isso temos utilizado a formulação:
consciência é o movimento que se percebe ser dentro do metabolismo produzido.
Essa é uma hipótese conceitual BrainLatam, não uma definição consensual da neurociência. Em textos recentes, temos procurado deixar isso explicitamente separado do que a evidência experimental já demonstra. (brainlatam)
O ponto importante para este blog é outro:
o perceber não começa do zero.
Quando algo finalmente ganha experiência em primeira pessoa, encontra um organismo no qual diferentes representações já podem estar ativadas ou pré-ativadas.
Perceber depende daquilo que já estava disponível
Na Consciência 5D, propomos que a percepção de um acontecimento depende de uma configuração dinâmica que inclui, entre outras condições:
o conectoma funcional predominante;
os sistemas sensoriais disponíveis;
as memórias ativadas ou pré-ativadas;
o nível de atenção;
o próprio estímulo;
e o estado material do Corpo-Território naquele instante.
Essa formulação aparece há anos na construção conceitual BrainLatam, embora esteja sendo progressivamente refinada. (brainlatam)
“Pré-ativado”, aqui, não significa necessariamente uma representação conscientemente mantida em primeiro plano.
A neurociência contemporânea já trabalha com a possibilidade de conteúdos relevantes permanecerem em estados latentes ou de baixa atividade e serem novamente recrutados quando voltam a se tornar relevantes. Modelos de memória de trabalho distinguem justamente aquilo que está no foco atencional de representações que podem permanecer temporariamente menos acessíveis e depois ser reativadas. (ScienceDirect)
Isso é importante porque evita uma confusão.
A literatura clássica sobre memória de trabalho frequentemente encontra uma capacidade muito pequena para itens mantidos simultaneamente em foco — algo em torno de três ou quatro unidades em vários paradigmas. (PubMed)
Quando a BrainLatam trabalha experimentalmente com a hipótese de algo próximo de 15 espaços de representação pré-ativados, não estamos dizendo que possuímos 15 “slots” de memória de trabalho consciente.
Nossa hipótese é diferente.
Estamos propondo um repertório dinâmico mais amplo de representações pré-disponíveis, algumas mais próximas do foco, outras latentes, cujas prioridades mudam continuamente.
O valor “aproximadamente 15” deve ser entendido, neste momento, como hipótese operacional a ser testada, não como quantidade já demonstrada.
A pergunta científica será:
quantas representações podem permanecer suficientemente pré-ativadas para interferir, facilitar ou participar do próximo perceber?
E, mais importante:
como esse conjunto é substituído?
O problema talvez não seja colocar uma mentira na cabeça
Agora retornemos às redes sociais.
Imagine que nosso Corpo-Território possua um conjunto limitado e dinâmico de representações suficientemente disponíveis para participar rapidamente da próxima percepção.
Elas podem envolver:
“ameaça”;
“corrupção”;
“meu filho”;
“emprego”;
“imposto”;
“crime”;
“religião”;
“família”;
“segurança”;
“eles querem tirar algo de mim”.
Não importa, por enquanto, se cada frase está conscientemente sendo pensada.
Elas podem estar em diferentes níveis de prioridade.
Então aparecem estímulos repetitivos que produzem confirmação de um mesmo sentir.
Não precisam ser quinze cópias da mesma mensagem.
Podem ser quinze acontecimentos aparentemente diferentes:
um vídeo;
uma manchete;
um meme;
uma fala de um político;
uma mensagem em um grupo;
um corte de entrevista;
uma reação indignada;
um influenciador;
uma reportagem sobre a reação;
um comentário de um conhecido.
Todos reforçando um mesmo eixo:
ameaça.
Ou:
eles estão contra nós.
A literatura sobre o chamado illusory truth effect mostra que repetição pode aumentar a percepção de veracidade de afirmações, inclusive desinformação. Uma revisão de 2024 destaca que esse efeito aparece até quando a informação contradiz conhecimento prévio em determinadas condições, e estudos experimentais também relacionam repetição a maior intenção de compartilhamento. (ScienceDirect)
Uma meta-análise publicada em 2026, reunindo 182 estudos, 366 tamanhos de efeito e 31.184 participantes, encontrou um efeito pequeno, porém robusto, da repetição sobre julgamentos de verdade. (Nature)
Mas a hipótese da Consciência 5D não precisa depender somente de:
“repeti → a pessoa acreditou.”
Propomos outra possibilidade:
repeti → ajudei determinadas representações a permanecerem prioritariamente disponíveis.
Esse mecanismo ainda precisa ser testado.
Mas ele desloca radicalmente nossa pergunta.
E se repetição for também ocupação de espaço representacional?
Em nossa hipótese operacional, suponhamos um Corpo-Território capaz de manter algo próximo de X representações suficientemente pré-ativadas — atualmente trabalhamos experimentalmente com uma ordem aproximada de 15.
Essas representações não seriam permanentes.
O sistema substituiria continuamente aquelas menos recrutadas, menos reforçadas ou menos relevantes pelas experiências mais recentes ou mais salientes.
Agora imaginemos um fluxo informacional que produz repetidamente a mesma direção afetiva.
Se muitos estímulos diferentes continuam acionando:
medo → ameaça → inimigo → perda → defesa,
parte importante do repertório pré-ativado pode passar a apontar para o mesmo horizonte.
Não precisamos imaginar quinze lugares sendo mecanicamente “preenchidos”.
Pensamos numa mudança de distribuição de prioridade.
Outras representações continuam existindo.
Mas podem tornar-se menos acessíveis no instante necessário para reinterpretar o acontecimento.
Talvez esteja disponível:
“eles ameaçam minha família”.
E menos disponível:
“qual é a fonte?”
“há outra explicação?”
“isso já aconteceu antes?”
“quem ganha se eu acreditar nisso?”
“como vive a pessoa que estou chamando de inimiga?”
“o que mudaria minha opinião?”
É aqui que atenção deixa de ser somente atenção.
Ela começa a alterar o material disponível para a metacognição.
Pedra: quando rapidez é necessária — e quando ela se torna prisão
Na metáfora operacional BrainLatam de Pedra–Papel–Tesoura, chamamos de Pedra um modo funcional mais rápido, automático, sensório-motor, habitual e eficiente.
Pedra não é ruim.
Precisamos dela.
Quando um carro vem em nossa direção, não queremos escrever um ensaio antes de sair da rua.
Quando um atleta executa uma habilidade treinada, rapidez é competência.
Quando falamos nossa língua, não analisamos conscientemente cada fonema.
O problema aparece quando um ambiente complexo mantém o Corpo-Território continuamente em uma configuração na qual respostas previamente disponíveis parecem suficientes para todo novo acontecimento. (brainlatam)
Se estímulos sucessivos confirmam repetidamente aquilo que já sentimos, o novo acontecimento pode encontrar um conectoma Pedra com respostas prontas:
“eu já sabia.”
“é sempre assim.”
“são todos iguais.”
“isso confirma tudo.”
Nesse momento, talvez não falte inteligência.
Pode faltar disponibilidade representacional para trocar de modo.
Papel e Tesoura precisam de alternativas disponíveis
Na metáfora atual da BrainLatam:
Pedra representa rapidez, hábito e execução;
Tesoura representa recorte, análise, comparação e planejamento deliberado;
Papel representa fruição + metacognição: ampliação da atenção, retorno ao corpo e possibilidade de reorganizar a experiência. (brainlatam)
Mas para Tesoura comparar, precisa haver mais de uma possibilidade disponível.
Para Papel perceber criticamente o próprio estado, precisa existir algum espaço no qual o Corpo-Território possa encontrar:
“estou com medo.”
e não apenas:
“eles são perigosos.”
Essa diferença parece pequena.
É enorme.
Na primeira frase, o Corpo-Território consegue perceber o próprio sentir.
Na segunda, o sentir já ganhou uma causa externa aparentemente evidente.
“Estou com medo” abre espaço para metacognição.
“Eles são a ameaça” pode fechar prematuramente o processo.
É nesse intervalo que pode existir aquilo que temos chamado de agência compartilhada.
Não “eles manipulam” e “nós somos manipulados”
Agência compartilhada exige abandonar duas posições igualmente confortáveis.
A primeira:
“o outro é irracional e foi manipulado.”
A segunda:
“minha opinião nasceu exclusivamente de mim.”
Nem indivíduo, nem plataforma, nem político, nem jornal, nem algoritmo possui sozinho toda a agência do acontecimento.
Há relações.
Plataformas selecionam.
Grupos compartilham.
Influenciadores enquadram.
Jornalistas respondem.
Algoritmos priorizam sinais.
Corpos sentem.
Memórias confirmam.
Pessoas recusam, reinterpretam, compartilham ou mudam de ideia.
A antropóloga brasileira Letícia Cesarino descreve justamente públicos de extrema direita no Brasil a partir de uma perspectiva ecológica e cibernética, na qual plataformas, atores, públicos e circulação de imagens produzem ciclos de retroalimentação. Seu trabalho de 2026 mostra como espaços bolsonaristas no Telegram puderam funcionar como articulações entre camadas mais opacas da internet e públicos dominantes, inclusive a imprensa. (RCNi Company Limited)
Isso ajuda a interpretar o aparente sincronismo entre extrema direita e grande mídia sem automaticamente supor coordenação.
Uma narrativa pode surgir num grupo.
Ganhar circulação.
Produzir reação.
A reação torna-se notícia.
A notícia retorna ao grupo como prova de relevância.
O ciclo se retroalimenta.
A extrema direita como caso, não como essência humana exclusiva
Pesquisas brasileiras oferecem evidências específicas de ecossistemas de desinformação ligados à extrema direita.
Raquel Recuero, Felipe Bonow Soares e colaboradores observaram que, em seu conjunto de dados sobre COVID-19 no Facebook brasileiro, desinformação circulou especialmente em páginas e grupos alinhados à extrema direita, além de espaços religiosos, conspiratórios e hiperpartidários. (International Journal of Communication)
Anna Bentes, estudando grupos bolsonaristas no Telegram durante o segundo turno de 2022, encontrou 24 temas entre os conteúdos de maior engajamento; fraude eleitoral foi a narrativa mais frequente entre aqueles conteúdos. (E-Compos)
Isso não significa que desinformação seja propriedade biológica ou exclusiva de uma ideologia.
Seria contraditório com o próprio Religare pensar assim.
Estamos analisando um caso histórico no qual determinadas estratégias foram amplamente documentadas.
Outro grupo, em outro território e momento, também pode ocupar a atenção de forma semelhante.
O mecanismo possível pertence a todos nós.
Essa é justamente a parte desconfortável da agência compartilhada.
Religião: o que consigo Planejar com aquilo que permaneceu disponível?
Agora entramos no Religare.
Religião = Planejar.
Planejar é produzir representações do que ainda não existe.
Futuro.
Expectativa.
Utopia.
Catástrofe.
Lei.
Norma.
Esperança.
Se meu repertório pré-ativado está dominado por ameaça, meu futuro imaginado poderá começar a ser construído com ameaça.
Se “perda”, “inimigo”, “fraude” e “destruição” permanecem continuamente acessíveis, uma proposta autoritária pode começar a parecer não autoritária, mas protetora.
Não porque o Corpo-Território deixou de pensar.
Mas porque está pensando com aquilo que naquele instante consegue recrutar.
Então:
Religião — Planejar:
“Que futuro isso anuncia?”
↓
Política — Escolher:
“Quem protege ou ameaça esse futuro?”
↓
Ciência — Fazer:
“Compartilho? Apoio? Ataco? Ignoro? Voto?”
Religare pergunta algo anterior:
quais representações participaram juntas da construção dessa sequência?
Talvez a democracia também precise proteger espaço para pré-ativar alternativas
Isso transforma nossa pergunta inicial.
Talvez uma democracia não dependa somente de garantir que todas as informações estejam formalmente disponíveis.
Talvez precise criar condições para que diferentes representações continuem cognitivamente disponíveis.
Tempo.
Educação.
Arte.
Silêncio.
Contato com pessoas diferentes.
Jornalismo investigativo.
Ciência.
Vida comunitária.
Corpo.
Bioma.
Tudo isso pode oferecer experiências capazes de impedir que um único eixo representacional ocupe continuamente aquilo que conseguimos antecipar.
Na Consciência 5D, não queremos simplesmente ensinar uma pessoa o que pensar.
Queremos ampliar sua capacidade de perceber:
“Que movimento está se tornando ‘eu’ neste momento?”
“Que representações estavam pré-ativadas quando interpretei isso?”
“O que estou sentindo antes de dizer quem causou esse sentir?”
“Que representação precisaria estar disponível para eu conseguir mudar de conectoma?”
Talvez esse seja um dos encontros mais importantes entre Boudewyn e o Religare.
Boudewyn e colaboradores mostram que uma narrativa encontra estados atencionais diferentes. (PubMed)
A Consciência 5D acrescenta uma hipótese:
cada estado atencional encontra também um Corpo-Território com um conjunto específico de espaços de representação ativados e pré-ativados.
E o Religare pergunta:
o que acontece com nosso Fazer, Planejar e Escolher quando esse repertório deixa de ser suficientemente plural para permitir uma nova percepção?
Talvez limitar os futuros de uma sociedade não exija proibir ideias.
Pode bastar tornar algumas representações tão repetidamente disponíveis que outras quase nunca estejam presentes no momento em que precisamos delas.
E talvez liberdade, em uma sociedade laica verdadeiramente democrática, também signifique isto:
ter espaço suficiente dentro e entre nossos Corpos-Territórios para que uma nova representação consiga chegar antes que aquilo que já sentimos escolha novamente por nós.
Referência principal
Boudewyn, M. A., Erickson, M. A., Winsler, K., Barch, D. M., Frank, M. J., Gold, J. M., Luck, S. J., MacDonald, A. W. III, Ragland, J. D., Silverstein, S. M., Yonelinas, A., & Carter, C. S. (2026). Distinct Attentional Control Profiles during Language Comprehension in Major Mental Health Disorders. Biological Psychiatry: Cognitive Neuroscience and Neuroimaging. DOI: 10.1016/j.bpsc.2026.06.015.
Referências complementares
Bentes, A. (2023). Comunicação política da extrema-direita nas eleições de 2022: análise das narrativas de desinformação no Telegram. E-Compós, 26. DOI: 10.30962/ec.2960.
Cesarino, L. (2026). An Ecology of Mind Approach to Far-Right Publics in Brazil. Current Anthropology, 67(S28), S14–S24. DOI: 10.1086/738867.
Lansner, A., Fiebig, F., & Herman, P. (2023). Fast Hebbian plasticity and working memory. Current Opinion in Neurobiology, 83, 102809. DOI: 10.1016/j.conb.2023.102809.
Recuero, R., Soares, F. B., Vinhas, O., Volcan, T., Hüttner, L. R. G., & Silva, V. (2022). Bolsonaro and the Far Right: How Disinformation About COVID-19 Circulates on Facebook in Brazil. International Journal of Communication, 16, 148–171.
Udry, J., & Barber, S. J. (2024). The illusory truth effect: A review of how repetition increases belief in misinformation. Current Opinion in Psychology, 56, 101736. DOI: 10.1016/j.copsyc.2023.101736.
Vellani, V., Zheng, S., Ercelik, D., & Sharot, T. (2023). The illusory truth effect leads to the spread of misinformation. Cognition, 236, 105421. DOI: 10.1016/j.cognition.2023.105421.
BrainLatam (2026). Fruição, Metacognição 5D e Transcendência do Voto. Formula a Consciência 5D como hipótese conceitual em primeira pessoa e discute como experiências disponíveis antes da escolha podem continuar participando daquilo que posteriormente chamamos de voto. (brainlatam)
BrainLatam (2026). Qual é sua Pergunta? — Avatares Neurocientíficos Referenciais. Apresenta Pedra, Papel e Tesoura como metáfora operacional de conectomas funcionais: rapidez/hábito, fruição/metacognição e análise deliberada. (brainlatam)
BrainLatam (2026). Quando respirar muda o cérebro e a experiência do eu. Desenvolve a hipótese da Consciência 5D de que a experiência consciente emerge dentro de um Corpo-Território materialmente em movimento e explicita o uso conceitual de espaços de representação ativados e pré-ativados. (brainlatam)